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Pesquisa e Arquivos [2] Amigos do Inferno! Quero avisar que o evento do lançamento do meu livro foi cancelado por motivos climáticos. A previsão é de chuva e muita em Galápos, Arrábida, no dia 28, local e data do evento. Agradeço a atenção dos que responderam e voltarei a marcar nova data. Um abraço, Wania Andrade Você não sabe, mas todos os dias estou a seu lado, tão, mas tão perto que podia tocar seus cabelos. Não, assim também não, exagero. Mas todos os dias penso que quando passo por você podia bem ganhar um bónus do Pai do Céu – já mereço, ô! Encontrar você, olhar bem dentro dos seus olhos e dizer… olha que eu não ia dizer era porra nenhuma, porque uma pessoa que me faz sentir tanta saudade, das duas uma, merece uma surra ou merece ser levada para minha casa para saber bem sabido o que é ser amada. (A segunda alternativa é mais o meu estilo) WAndrade – 29/07/2013 É verdade, podia ligar, procurar, assuntar... Tá, pode até ser orgulho besta, mas e a voz tremida na emoção de falar? Como esconder, disfarçar? E dizer o que, além do que é cansado de se saber? Tinha assunto? Claro que tinha. Guardou os melhores para dividir só com aquele amor. O dia em que isso, o momento em que aquilo… Ah, nada disso, queria mesmo, mesmo era falar da saudade, da falta que faziam aqueles olhos, aquela risada, a cumplicidade, o sempre de mãos dadas, fosse o que fosse, desse o que desse. Queria mesmo era dizer: não esqueci, amo tanto, tanto, não tem problema, estou aqui… Ai que raiva! WAndrade – 28/07/2013 Não te deixes perder-me de vez, não te deixes… Não te deixes perder este amor tão tanto que eu sinto por ti. O que cogitas teu dista de ti oceanos. Não te deixes deixar-me ir. Não te deixes ver que já tomo conta de mim, sem de ti dar conta. Não te deixes ver que aprendi a esquecer. WAndrade – 11/02/2013 Ginja, febras (fevras?), balões Tratores, crianças, velhotes Mobílias, gritos, ranchos, caixotes Um tudo à mistura na cidade agitada pela festa do ano. Para variar, foi ao contrário da multidão, esbarrando aqui e ali, olhos de não ver, já que aquilo conhecia de muito tempo e, para variar, nada mudava. Nem suas lembranças. Ao pão com chouriça não resistiu e nem ao fino “gelado”… (uma volta a mais de bicicleta e tudo arranjado). O rock de sempre não lhe fez encanto, talvez um balanço encabulado, para variar. Uma última volta para ver as modas (de sempre, de sempre) E na solidão dos passos vagarosos na volta para casa, jurou que seria a última vez que passava por aquilo. WAndrade – 28/07/2013 Quis o vento, o mar, a terra inteira a seus pés, os moinhos. A lua, não fazia questão, mas por inteiro o céu para voar ilimitado, porém o pensamento desgovernado não atinava que só aprende o vôo quem dá valor às asas que tem. Quis…as noites, as ruas, braços, percalços viessem, quis. Incauto de verdades, o coração era inteiro um desguardo, no fundo, no fundo, vivia num deserto, rodeado de lacunas, oco. Mas queria era função, arredar do pensamento o que fosse ponderável, fazer da vida um infindável navegar de nadas e assim instigar, por certo, alguma graça. Pois é, quis e apostou alto todas as fichas… No destrambelho em que agora se encontrava, farsava a alegria dos inebriados como verdadeira fosse. O coração? Este, vagava pelo peito ainda mais deserto, descalvado e vago, caído em desabrigo… Céu ilimitado como queria… de vazios. Pois é! WAndrade – 19/03/2013 Quem não dá o braço a torcer, por não saber ou não querer, perde muito mais do que uma nova oportunidade. Perde a chance de ouvir um “anda cá!” Perde a mão na nuca, bem de levinho, Ou um carinho abusado no meio da tarde, um “oi” no ouvido, sem esperar. Perde o encanto que vem de um olhar, perde o abraço de onde faz casa, perde um passeio nos braços da lua e encrua na vida de tanto esperar. WAndrade-29/04/2013 Pronto. E agora estou às voltas com tudo aquilo que não mais queria. Pressa, tropeço, gagueira, insónia e aflição. Mas será o Benedito? (Que aliás não tem nada a ver com isto). Tanto que lutei, que me esforcei - e consegui – para ser intransponível! Barreira de mim, forjada à lenha que um dia ardeu-me inteira a alma, ainda bem, até há pouco tinha congelados, a golpes certeiros, os dizeres de amores e tals. Fali. Teus olhos faliram-me. O senso, o tino e a causa. Teus beneditos olhos, ainda presos dentro dos meus impedem-me a calma. Vou, volto, entro, vago a casa… despossuída de qualquer sentido, apenas teus olhos a roubar-me a sanidade, os dias, a mim. WAndrade – 27/06/2013
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Wania Andrade - Palestra Gestão de Conflitos
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