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Viagem

por WAndrade, em 03.10.14

Quem sabe, desenhando?

 WAndrade - 03/10/2014

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publicado às 09:14

O Inferno é 10.000 e mais!

por WAndrade, em 24.06.14

 

O Inferno tem amigos, melhores amigos, conhecidos, fans, quem passa todos os dias, quem vem de vem em quando,

quem vem matar saudades, quem vem…ah, pois é!

Agradeço o carinho, o apoio, as mensagens, os emails, os comentários, por acreditarem, pelo respeito.

Como eu digo na introdução, o inferno não é somente a minha estória,

tenho a certeza de que é a de muitos de vós.

Um forte abraço e mas uma vez, agradeço a todos! Continuam a ser muito bem-vindos!

Wania Andrade

WAndrade - 23/06/2014

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publicado às 00:04

Tem gente que vive de mentira

por WAndrade, em 29.09.13
Amigos do Inferno,
Já postei este texto primoroso aqui no blog e, relendo, achei tão pertinente,
tão atual (ô), que vale a pena a republicação e principalmente a leitura.
Aproveitem e vejam se não é a mais pura verdade.
 
Marcelo Migliaccio - Jornal do Brasil,  domingo, 24 de janeiro de 2010
 
"Tô meio de saco cheio de gente mentirosa.
Não esses mentirosos compulsivos, que mentem em torrente. Desses eu me afasto, porque a vida é muito curta pra perder tempo ouvindo conversa fiada.
Falo de pessoas que usam a mentira como recurso cotidiano. A mentira a miúde, que eles acham que lhes descomplica a vida. Acham mais cômodo mentir do que explicar
Geralmente, esse tipo usa muito a interjeição "Quê?"
Por exemplo, você pergunta alguma coisa pro cara, e ele, apesar de ter ouvido perfeitamente o que você perguntou, responde automaticamente um:
_ Quê?
Esse "Quê?" ele usa para ter tempo de pensar numa mentira pra te responder. Enquanto você repete a pergunta (que ele ouviu muito bem) o sacripanta está inventando alguma coisa pra te responder.
Pode reparar.
Outro tipo de mentiroso é o que marca as coisas sabendo que não vai cumprir. Costuma acontecer muito com prestadores de serviço. É aquele chaveiro que você chama para trocar a fechadura da sua casa e ele anota o endereço, marca hora e não aparece.
Ele sabia desde o início que não iria, mas fez todo o teatro como se você fosse um otário que não merece consideração.
Acontece algo semelhante com pessoas que você convida para algum evento social, dá o endereço certinho e, quando pergunta se o cara vai mesmo ainda ouve um decidido:
_ Devo ir, sim.
Vai nada.
Tem também o mentiroso que finge ser boa praça. Tudo que lhe pedem, ele diz que vai fazer, vai conseguir, dá até garantia, prazo e tudo mais. Mas não providencia nada. Um minuto depois, já apagou da própria mente qualquer resquício do que acabou de prometer. Isso dá muito em local de trabalho. É aquele cara que fica pra lá e pra cá fingindo que está resolvendo um monte de pepinos.
_ Pode deixar comigo, eu vejo isso hoje ainda...
Não acredite. Ele não vai ver nada. E, quando você cobrar, o artista responderá prontamente que tá faltando um detalhezinho, ou que deu um probleminha, mas que tudo se resolverá em 24 horas.
Custa o cara dizer que não pode ajudar, que não quer, que não tem tempo, que não tem saco, que não está a fim, que tá sem grana?
Custa. Para ele, custa muito.
Ser sincero no dia a dia custa muito a muita gente, que prefere viver pulando de mentirinha em mentirinha, achando que assim reduz os atritos e chega mais inteiro ao final do dia. Na verdade, o mentiroso é uma alegoria de ser humano, um indivíduo incompleto, que vive uma vida de ficção.
Às vezes, o mentiroso acha que pode ganhar dinheiro com sua suposta habilidade e aí ele torna-se um estelionatário, que eu acho um dos piores tipos de criminosos, porque sua arma é o olhar. Ele te engana e te rouba na conversa, sem violência, ou melhor, só com a violência da mentira. Nosso consolo é que esse tipo nunca dorme tranquilo, nunca dobra uma esquina relaxado, porque do outro lado pode vir alguém que foi enganado por ele há um mês, um ano ou uma década. E aí..."
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
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publicado às 15:04

Assim

por WAndrade, em 19.07.13

Era mesmo um tipo esquisito

Como só tinha olhos para aquele amor,

fechou-se em copas…ases e ouros.

Mas não para a vida, que esta dava-lhe até algum gozo.

Algum bom par de pernas ainda lhe virava a cabeça, ora não?

Um bom par de olhos, mais ainda, porém disso não passava.

Passava os dias aguçando o sentimento, afiando o coração

para quando… para quando… o que mesmo?

Tinha esperança!

 

Era mesmo um tipo esquisito. 

WAndrade – 19/07/2013

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publicado às 20:39

Conchas

por WAndrade, em 06.06.13

Em  "La Tojas" toda a impaciência e todo o desamparo que trazia o temporal.

Ali chorou sua esperança maltratada e fincou no eterno

um tanto assim de saudade.

Ali talhou, para sempre, cada gota do seu sentimento mais profundo.

E ali voltaria de mãos dadas com a vida.

Era promessa, era destino, era o que tinha de verdade.

WAndrade – 20/04/2013

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publicado às 15:20

As "Estórias" no jornal

por WAndrade, em 01.06.13

Aos amigos do "Infeerrno"!

 

Emoção que não deixa as palavras saírem da garganta.

A todos os que ficaram, muito obrigada.

Wania Andrade

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publicado às 11:10

Ora muito bem!!!

por WAndrade, em 24.05.13

A alegria, o estado de felicidade, o tal do “estar muito bem”, são matreiros.

Se genuínos, infiltram-se, delicadamente, nos olhos, nos gestos,

no jeito leve de andar,deixando a quem vê,

a certeza de que vai ali uma pessoa realmente feliz.

Mas, se ao contrário, o “estar muito bem”, mostra olhos ressentidos

numa cara rota, gargalhadas estrondosas e mímicas, acompanhadas

de balbúrdias forçadas, aí, companheiro, o “estar muito bem”

revela-se inteiro, sem dó, num imenso

à vontade para mostrar que  esconde o falhanço, vulgariza quem

se diz “feliz”, traz à tona aquilo que o verniz barato não conseguiu abrilhantar.

Ora, estar muito bem é simplesmente estar, não precisa

de amostras gratuitas de prazeres inventados, não precisa

de “gritar” um fogo que, sabe-se, é brasa pequena, sem raça, quase fumaça.

Estar bem não bate portas, nem precisa fazer barulhos.

Não se expõe à má cara dos outros e nem ao deboche pelas costas.

Estar bem atinge… sempre, sem esforço, não finge em desagravo.

Estar bem não é cena, nem comédia, nem espectáculo patético.

Estar bem é. E ponto.

WAndrade - 20/05/2013

 

Lamentas?

Depois do tempo de arrumos é hora de constatações.

Pois… era escusado o lamento do amor tardio.

É de lamentar, isto sim, a alma andarilha que carregas farta,

anuviada como teus olhos sombrios, frios, frios…

Sem pouso e desgarrada de encantos, vê-se a vida-fardo

que intentas, à força, ser de alguma beleza e novidade.

Rumos revezados, óbvios de peso e cansaço, enfeiam tua

tez, agora avessa à sorrisos  veros e simples de sorrir.

Teu pesado caminho de passadas duras trai solene

o teu esforço em mostrar contentamento ou gozo.

Corres de encontro ao vago que constróis dos  nadas

que permeiam teu vazio, mostram-me teus olhos,

que insistes em desviar, quando passas por mim.

O que não consegues é desviar o coração.

Lamento.

WAndrade - 20/06/2013

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publicado às 14:22

As falas do silêncio

por WAndrade, em 01.05.13

Há muito tempo que aprendera a decifrar aquele imenso silêncio.

Era o último aviso!

Era assim que desvelava o que já ruíra lá dentro, dentro do peito.

Era assim que sempre começava uma nova história.

Sabia bem que em tal quietude já ardiam vontades outras,

nenhuma astúcia seria renovada , qualquer tentativa

de amparo era escusada,

toda malícia estava agora esgotada…

É, aprendera a decifrar aquele imenso silêncio,

o silêncio só se entrega a quem ele sabe que o vai traduzir.

WAndrade – 20/04/2013

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publicado às 01:13

Nobreza

por WAndrade, em 28.04.13

Minhas luas cheia são como um regalo,

o abraço do amor tão esperado, são assim…

derramam, suaves, traços de prata na cama, no quarto, na casa, em mim.

Às minhas meninas inteiras de luz, respeito, muito respeito,

não se armem falcatruas encarnadas de encantadores escusos, pois

minhas luas cheias são de enamorar e não de engendrar.

Não se enredam nos cadilhos torpes dos ocultos medíocres,

não se vendem a trocos miúdos, atenção!

Minhas luas cheias são nobres, têm brio,

não permutam bugigangas com um réles vendilhão.

WAndrade – 26/04/2013

 

 

 

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publicado às 09:28

Como se fosse fácil...

por WAndrade, em 21.04.13
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publicado às 15:53


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