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De leve

por WAndrade, em 29.04.19

A questão aqui não é saber “o que é que se passa em lá sei onde ou com sei lá quem?”

Isto sabido é até por quem tem meio dedo de testa e franja. E, com toda a sinceridade, já não interessa nada.

O que faz cócegas no pensamento é o repentino “re-apego”, a repentina lembrança diária e madrugadora e seus post-its de graça pouco súbtil.

É de salientar que nada, mesmo nada, trará de volta qualquer tipo de enternecimento já sentido em algum outrora desfeito e deitado fora.

A questão aqui é o abalo cruel e a inevitável ruptura de um sentimento, o triste reconhecimento de que a confiança, fundamento base de uma amizade, uma vez perdida…   

Porque amigo há que ser inteiro, do avesso e do direito (teu e dele), amigo é superlativo de união, certeza, respeito e afeto.

O amigo (o teu amigo) te abrange, não toma partidos, ou pior e mais triste ainda, não toma todos os partidos, só porque tem que sair bem em todas as fotos.

E mais do que isso, amigo, amigo mesmo, fica, independente da situação, do tempo, do tamanho da tua carteira, do quebra-quebra ou do que irão falar.

Portanto, a leveza da vida só se torna nome próprio se não houver meneios para suposições, porque amigo, amigo a sério, amigo do peito não dá motivos para perguntas, amigo é e sempre será a resposta. A melhor resposta.

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WAndrade – 29/04/2019

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publicado às 20:04

"Pitadas de Inferno" - Depende

por WAndrade, em 03.08.14

Oi?

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publicado às 17:51

Segmentos

por WAndrade, em 20.03.14

Onde achas que chegas com esses olhos tão destituídos de luz?

A quem pensas que iludes?

Com a chave do juízo desatrelada, essa pressa de inventar ilusão,

ingrisia mais a alma já tão inquieta.

Acaso imaginavas que eras contemporâneas

ainda rendessem as inebriadas peripécias do antes? 

Cismavas que a possante fortaleza emprestar-te-ia outras graças? Fanfarras!

Ao bambear a carcaça e no desamanho da cartilha,

conta-se com quem não conta.

Porque o arrimo é primo irmão da gratidão e esta já se vai a léguas longas.

WAndrade – 16/02/2014

 

Outra vez com a vida enrolada no pescoço, não é mesmo? Tão óbvio quanto o sol…

É, meu grande amor, nada saiu como a tua “ingénua” vontade de “voar”, não é mesmo?

Desculpe, mas tenho que dizer, eu sabia, só não avisei porque você, como sempre,

preferiu pisar no coração de quem sempre te quis com sinceridade, sem truques.

Mais uma vez você caiu no conto e agora está aí, sem chão, num viver sem horizontes, ou pior, o horizonte nublado tão conhecido, na prisão do compromisso escuso, sem brilho, cansado.

Você pode até fingir que está tudo bem. Eu sei, você nunca dará o braço a torcer, sua vida está um caos, sempre o caos de sempre. Emocional e agora financeiramente, eu sei, eu sei.

Não estou contente com isso que vejo, que sei pelos outros sem nunca perguntar, as coisas chegam até mim, até mesmo na rua, pessoas que não vejo há anos me vêm contar como a sua vida está ruim, como você está mal, etc... não, não gosto de saber disso, acredite, gosto demais de você e sinto muito tudo o que está a acontecer.

Mas é isso, foi a sua escolha. Duvidosa, mas sua.

Você não acha que eu acredito nessa farsa que você tenta passar de que sua vida é muito feliz, acha?

Eu sempre disse para você se perguntar porque se tinha afastado de mim, porque me ignorava, apesar de pensar em mim sempre e com tanta frequência. Você não sabe? Vá procurar saber, ponha atenção nas pequenas coisas, nos pormenores. Tudo o que está acontecendo tem um por que (eu sei qual é). Abre o olho, meu bem, não deixe para quando não tiver mais saída. Ou quando a saída for o aeroporto, porque aí… quero nem pensar…abre o olho, cuida de você… eu só posso falar daqui, porque como seus emails são controlados, assim como a sua vontade… e seu telemóvel…você pensa que eu não sei?  

Eu sei que você vem aqui quando sua cabeça já não tem tamanho, o buraco já toma todo o seu corpo, pensamento e alma, você vem aqui se buscar, se reencontrar. E, como sempre, eu digo, a chave continua na caixa do correio, à tua espera, sem cobranças, sem julgamentos, apenas à espera da tua volta, para te fazer feliz com verdade, como sempre fomos. A sua chave já deve ter sido jogada fora, claro, mas você sabe que pode chegar a hora que for.

 

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publicado às 10:58

Infinitamente

por WAndrade, em 15.12.13

Você nunca vai saber quanto eu te amei,

foi tanto que ainda nem eu mesma sei,

às vezes eu tento lembrar quando foi que

a vida parou para entrar você,

mas sei que foi nesse momento que eu vi

que emoção era coisa de Deus.

Você nunca vai saber quanto eu te amei,

você me mostrou o que é melhor em mim,

e foi isso que eu quis te dar, o que tinha de mais bonito

pois eu entendi que você é o meu infinito.

Você nunca vai saber quanto eu te quis

os sonhos que eu aprendi com este amor

quis tanto te dar, eu pensava que por ser tão grande

ia te fazer feliz, eu acreditei que te amando demais

essa dor esquecesses de vez.

Você nunca vai saber quanto eu te amei

mas posso te dizer que o meu amor ainda te espera

porque o meu amor é bem maior que o teu amor por ela.

WAndrade 

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publicado às 15:27

Não querias

por WAndrade, em 15.12.13

Mas vieste procurar o que te dei para sempre,

quando já o desprezaste a sorrir.

Navegar de novo os pergaminhos,

quando já os tentaste desgastar dentro de ti.

Espreitar os sentimentos que pisaste com tamanha crueza.

Não querias, mas vieste… e sabes que virás sempre…

A figura não preenche o que faz falta,

a leveza sim.

WAndrade - 15/12/2013

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publicado às 15:22

Sete Fontes

por WAndrade, em 03.11.13

Meu novo paradeiro nestes domingos outonais e solarengos.

Aqui um vento brando acaricia árvores de folhinhas meninas e inquietas,

que aquiescem aos mimos com murmúrios e gemidos, lânguidas e frescas.

Passeio pelas estradas pintadas de folhas castanhas e nelas meus passos

brincam de farfalho.

Largo-me neste momento quente, quase, quase adormecendo,

nos verdes vários onde me entrelaço, nesse quase silêncio de mim.

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publicado às 14:29

Jura vencida

por WAndrade, em 15.02.13

Vezes sem conta jurara, cruz na boca, não, não e não!

Nem pensar pensaria, acentou numa promessa exaltada, não!!!

Resvalava, quando em vez, numa lembrança, sim…

furtiva memória a qual demolia sem dó, que coisa!

Ah, quantas vezes, no agora sem júbilo, anuía só para si,

“promessa besta, jura descabida…”

 

Jura tem vencimento? 

WAndrade - 15/07/2013

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publicado às 00:47


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