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Origem

por WAndrade, em 16.08.14

Falta repertório. Ou melhor, nem é que falte, é a mesmice do próprio, passam-se os anos e  nada muda quando o assunto é o que já findou e não se sabe como, digamos, despachar (no bom sentido, claro!)

Fica aquela pasmaceira, aquele desquerer monossilábico que não diz que não mas também não aponta para o sim (fim?).

Não há briga… nem contentamento sincero. Não há corte…nem apaziguamento, apenas aquele rebuçado de mofo rolando no meio da língua, nem engole nem regurgita, quando muito, inventa um não sei que de “deixa disso, me abraça”, mas já sabendo o fogo extinguido, cinzas.

E aí a cantoria se repete, não sei… pode ser… meu bem… mas nada que venha com gana ou gozo, apenas o continuar de uma situação de pouco grado, onde já não há caminho.

Ainda se tenta ir à Bahia, molhar os pés ou sacudir o esqueleto… porém nada mais brilha (se é que um dia deu lustro), nada futura-se agora.

Falta repertório. Ou melhor, é o mesmo, o de sempre, o que não muda. E o sorriso descora, o prazer desbrota e a educação aflora (perigo!!!)

E um breve olhar para o passado mostra que este foi sempre, desde sempre, o “MO*” do desagravo.

Senta aí.

WAndrade – 16/08/2014

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publicado às 14:12

Sexta

por WAndrade, em 21.06.13

Dia de incrementar a falseta,

imaginar euforia, que alegria genuína,

já se sabe é parca.

Cachinadas sonoras ao jantar que honra Baco,

para incentivar, mais tarde, “irrefreadas ânsias” de prazeres enganados.  

Suspiros sobranceiros ao léu põem-se apostos para evidenciar ao mundo…

o que não se realiza, mas que é imperioso vistar…

Saem de cena os rendeiros, deixando o palácio livre à fantochada

que, como sempre dá em nada.

Concluída, enfim, a jornada, um dormirá o sono dos justos,

dessabido do logro, julgando-se em paz,

o outro fintará o recalque debatendo assonia e assombros,

vingado, talvez, realizado jamais.

WAndrade – 21/06/2013

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publicado às 01:40

Cenário

por WAndrade, em 23.05.13

Não, não corras para enfeitar o que só te deleitará a desforra fútil.

É escusado.

Teus sonhos não moram aí,

não é nesse leito que escorrem teus rios.

Esta ilusão embaraçada só te gasta,

na força que fazes para espantar-me de ti.

Não é aí que encontras o céu quando abres os olhos e

não vês os meus, navegados nos teus doces suspiros.

Não, não corras a mostrar-me um brilho que não te cobre.

Descubro-te nas tuas pisadas trémulas,

ainda que as insistas nobres.

Não é aí que encontrarás os braços que te carregam,

nave, nos carinhos do depois…

Ah, tua investida insólida de negar-me em teus devaneios e desejos…

não é aí que choras a emoção do teu prazer delicado e mais intenso…

delicado e mais intenso…delicado e mais, mais, mais…

Creia, não é aí…ainda que tentes, em sofreguidão,

arrancar de ti volúpias e frissons...és tua própria armadilha...

Ainda que passeies teus dias na novidade para esmagar-me

nas tuas lembranças, ainda que vistoso seja o caminho que ora exploras,

na ânsia de encontrar algum porto, não é aí, sabes bem, sabes bem...

assim como sabes onde deixaste o que sempre fará teus olhos

cintilantes e não dormentes e pobres como agora.

Não, não corras… mas se a ti regalam procuras  e a indiferença de te mostrares vulgar,

continua a tentar, meu bem…continua a tentar.     

WAndrade – 15/05/2013

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publicado às 14:07


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