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Pesquisa e Arquivos [2] E então, a moça, que nem o era e agora rebola sabe-se lá por qual esfera, prometeu à velhota, na altura combalida, uma vida nova, sua vida de volta, ora que sim. Jurou premência e instilou suas encarnadas subverdades com tamanho afinco, que até quem se lhe compartilha lá os sangues fez vênia, embora de ruga na testa. E então, a moça, que nem o era e agora sabe-se lá onde o coiro refestela, marcou dia, mês e cálices de vitórias para a velhota, na altura combalida, reverter o mau suposto feito. Os da ruga, sim, os dos sangues, ainda assim afiançaram o sucesso da empreitada, já que a moça (que nem o era, afinal) bradou, deu da cintura e bateu com o pé, grande demais (aliás) para as figuras delicadas que intentava mitigar (sem sucesso, sorry). De tudo isso sabe-se que a velhota combalida, há muito deixou de o ser, querida, ah, querida... está nova, de bem com a vida, inteira e risonha; da moça (?) diz-se que Caronte* apresentou-se-lhe galante e como a pobre pouco percebia de versos ou verbos, ali aninhou-se (isto sabia, óh dó!) sem nem dispensar um tostão que fosse. Nem foi preciso. *Caronte, o barqueiro do submundo, cujo trabalho era levar os mortos à sua morada final: o submundo. WAndrade - 06 outubro 2020 Ah, ri-te, vá lá, diz se não é divertido brincar. Ué?
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