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Bíblico

por WAndrade, em 21.12.09

Muita atenção ao que vc planta! Isso é bíblico!

 

Muito boa semana a todos nós!

 

 WAndrade - 21/12/2009

 

Olha, você sabe que pode contar comigo

aconteça o que acontecer.

Sei que o seu orgulho vai dificultar muito

as coisas para você, mas eu estou aqui

e sei que você está sempre aqui no blog.

Quando quiser e precisar falar, venha, sem problemas,

eu sei que as coisas estão mal e mesmo você tendo 

fechado a porta, pensando que tudo

seria céu e que nós, nunca mais ,

 eu estou e sempre estarei aqui.

 

 

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publicado às 09:07

Recuperação

por WAndrade, em 19.12.09

Antes de começar a falação quero dizer uma coisa, claro que eu sabia que não seria aquela facilidade toda dos 3 primeiros tratamentos, mas, até por lealdade (é, eu tenho esse grave defeito, sou leal, sempre) a quem acompanha o Inferno, vou contar o outro lado da coisa. Não que isso me faça qualquer diferença, porque NADA vai me tirar do caminho da vitória. Nem essa momentânea dificuldade com o tratamento novo.

 

Agora, sim, a falação.

Foi PHOOOOODAAAAAA,  infernolife! Foi danado!

A Drª Cristina, minha médica que vocês já conhecem, disse que essas 3 últimas seriam diferentes e mais fortes, mas como ela sabe que mais forte ainda sou eu, não me deu detalhes.

Sei que foi tramado, as dores (e que dores, galera!!) no corpo, são o de menos mesmo. Pior, muito pior é coisa da queimadura. Explicando: como esses medicamentos são para acabar de phoder o maldito, eles queimam o que vem pela frente (digamos um rolo compressor que passa por cima do que for, por puro egoísmo, mais ou menos isso). Mas eu não sabia desse efeito colateral porque ele chega de mansinho, como as serpentes, e a pessoa vai sentindo aquele gosto de nada na boca, nem sal, nem doce, nem caralho nenhum, não há alimento que saiba a qualquer porra. Os primeiros e piores momentos passei ao lado das minhas crianças e isso amenizou tudo, como sempre. Bruno* fez uma carne com queijo de amaluquecer (senti pouco o sabor, mas o carinho dele, sorvi inteiro); impossível não sentir o molho magnífico da carne que Alvinho* preparou para o jantar. Consegui um bocadinho.

Depois disso, foi phoda no cu de creuza, porque a queimadura parece que atingiu a garganta e não teve jeito, tive que encarar (mas eu encaro, sempre, comigo não tem covardia de espécie alguma.)

Foi uma semana dura, mas passou, como todas as coisas ruins da vida passam!

Agora as dicas, o que vou fazer para a próxima que é dia 30 (aliás, caralho, que dia para fazer químio!!!): 

Muita água, preparar o organismo com muita fruta, ferro, comer certinho, sem falhar refeições (mesmo que não sinta sabor), sumo de limão.

Outros: não permitir que nada atrapalhe sua recuperação (merda existe e vai existir sempre) portanto, o que não for bom, finja que é, concorde, ria, dê razão a quem disso tem necessidade e cuide de você, primeiro de você.

Muito exercício, mesmo que isso signifique um pequeno sacrifício, phoda-se, caminhe, faça o exercício que mais gostar, mas faça. Fale com seus amigos (os que ainda ficarem, é claro) que está doendo (eu fiz isso e ganhei a massagem mais maravilhosa da minha vida, minha menina Astrid, contei aqui - ela massageou-me a alma e o coração)**

Confesso que fiquei um pouco triste, eu não esperava ter as tais reações, fiquei meio que decepcionada comigo, mas como quem tem amigos***, tem o mundo nas mãos, encontrei porto, e me refiz. Afinal de contas não se vive só de decepções, mentiras e engodos, ainda bem, não é zisuscristinho, que você passou da conta comigo, nesse desgraçado desse ano de 2009 que você me deu. Tô por conta contigo!

Mas isso é outra estória....ih, bem outra!!!!

Tenham um bom final de semana!   

                                                                            WAndrade - 19/12/2009

* - decepções

** - decepções

*** - decepções

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publicado às 11:24

O Inferno do malandro...

por WAndrade, em 17.12.09

 

Para quem está chegando agora ao “inferno”, quero dizer umas coisas. Esse é o meu blog, de muitos anos, portanto há muitas coisas que eu conto aqui que vêm de longe e há quem não perceba. Estejam à vontade para perguntar (como já fizeram alguns visitantes e foi muito giro, obrigada).
Aqui é que é a minha casa, onde vivo, conto minhas coisas, falo o que penso e, principalmente o que quero. Abro o coração e deixo sangrar, se for o caso, ou solto a gargalhada (tá bem, há muito não tenho soltado a dita), caso for...
Meu inferno sou eu, assim como escrevo no meu email coisas importantes e envio para mim mesma e deixo lá , aqui também escrevo o que penso, o que acontece na porra da minha vida, as coisas que vejo pela rua, nas outras pessoas, coisas que me contam, enfim, o inferno é um monte de coisas juntas, querendo dizer quem eu sou.
 
Por falar nisso, que aliás não tem nada uma coisa com a outra, hoje passei a tarde com um amigo que foi comprar o presente de Natal do namorado e, entra aqui, sai ali, fomos beber um café que estava um frio duca em Aveiro, e no café ouvi uma estória que jamais imaginaria que ainda acontecesse em 2009...de um gajo muito malandro! Sabe, aquele gajo que é tão malandro, mas tão malandro, mas tão esperto que cai no conto da garota que engravida? E casa com ela!!! (os outros malandros com quem ela jogou o mesmo jogo, perceberam e bazaram (sem um centavo, claro, que a moça joga bem e joga para ganhar, profissional... ), mas este, como era o mais esperto de todos, malandro descolado, "puro Chiado"...caiu, pato murcho, O otário da baixa de Lisboa...
Gente morri de pena, porque quem nos contou essa estória foi a mãe dele... ah, sim, porque quem toma conta do filho do malandro é? A mãe dele, evidentemente. Claro, a moça que fisgou o grande malandro (o pato) tem coisa mais importante para fazer, fisgar outro otário...e outro e mais outro...
Gente, morri de rir, e lembrei da minha irmã, ela diz:“o mundo gira e vacilão roda”.
Curiosidade: a senhora estava a contar isso tudo, enquanto servia os cafés e bolos e etc...desabafou geral e eu fiquei pensando, quantas vezes será que ela já contou a vida dela aos fregueses e mais, o que é feito do "grande malandro"? 
WAndrade - 12/2009
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publicado às 22:25

É Natal (foda-se...)

por WAndrade, em 17.12.09

 

PRECISO contar isso a minha infernoland preferida. Não estou a falar mal ou coisa assim, é apenas um comentário e a graça que a coisa tem.
 
Primeiro, EU NÃO SUPORTO MAIS CANÇÕES DE NATAL, OK???
Não é nem por conta desse desgraçado desse ano de 2009 que me coube.
É assim, eu vivo numa cidade pequena, lindinha, toda arrumadinha, penteadinha, 3 praças, vááários jardins, umas 43 pessoas (isso qdo tá todo mundo em casa, como agora no Natal).
Por que eu estou contando isso??? Ah, sim, é Natal. Entenderam? Não?
Pois bem, Natal + cidade pequena, do interior = música. NA CIDADE INTEIRA. DIVERSOS ALTOFALANTES. E um e-xa-ta-men-te ao lado da minha janela. Putaqueopariu25vezes!!!!!!!!!!
Cara, eu quero morrer todo dia, essa porra vai das 9 da manhã (pontualmente) às 21 horas (o mesmo). Por falar nisso, acabou de acabar...que tranquilidade! Que paz!
São 12 horas de canções natalinas e fados (como é óbvio) e jazz, pasmem, esse da melhor qualidade, mas não há paciência que suporte, até porque vai até 6 de janeiro de 2010.
Eu vou me matar...só p avisar....
WAndrade - 12/2009
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publicado às 21:35

Quer dizer,

por WAndrade, em 16.12.09

Mas eu não digo que é um infeeeeeeeerrrrrrrrrnoooo!

 

Quer dizer, a pessoa sabe que vc teve o pior ano da sua vida, q vc teve um grandioso baque, q vc teve um câncer; não te manda um recado, não te escreve uma linha, não te dá uma porra de um telefonema pelo caralho do skype (que é "digrátis"), não te manda um corno dum email, massssssss, qdo precisa, te pede um favor!

 

Vou dizer mais uma vez: "Tempo vira, lua mingua, vento muda"!

WAndrade - 12/2009

 

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publicado às 12:05

o que?

por WAndrade, em 16.12.09

Existem umas situações nessa vida q são tramadas.

Ver o óbvio sem nada poder falar; assistir a um ser humano ladeirando e não poder nem dar um toque para não parecer invejo, maluco e maldoso.

Constatar um golpe ali, clarinho q nem água doce (doce?), mais do que explícito, na barba.

Engulir e calar é dose. 

Mas o barco dos atentos não navega vazio. E quando pensamos que nosso universo onírico desmantelou-se de vez, 

do nada, surge, de outrem, um comentário, quase uma vírgula: " quem não ouve conselho, ouve, coitado!" 

WAndrade - 12/2009

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publicado às 12:04

hoje...

por WAndrade, em 13.12.09

é dia 13!

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publicado às 21:10

Dia de Tratamento

por WAndrade, em 13.12.09

 

O dia do tratamento (um apelido carinhoso para o dia da químio) é sempre um dia diferente. Não só pelo que representa em termos físicos, como por todo o resto, as agulhas, medicamentos, as análises, o resultado delas, a consulta médica que, por mais que se saiba (no meu caso) que está tudo bem, sempre arrepia a nuca; aquela sala imensa com todos os nossos medos e a solidão de cada um, a nossa fragilidade diante da vida, enfim, é um dia diferente, em que me sinto exposta demais, sozinha demais, porém orgulhosa demais da minha força.
Por tudo isso, procuro fazer desse dia, cada um, um dia especial!
Esse último foi um dos mais especiais, fui falar com minha meninas, as enfermeiras do 9º andar do Hospital.
Para minha gratíssima surpresa, minha médica Drª Natália (de quem já falei aqui) estava lá, e foi uma grande emoção o nosso reencontro. Não nos víamos desde a minha cirurgia e ela não tinha idéia de como eu estava bem, e vi naqueles olhos atentos e experientes, a emoção de uma profissional q tem o saber na alma, mas q, naquele momento era uma “novata” com sua vitória nas mãos.
Quando ela me avistou, largou um sorriso, um olho brilhante que me tocaram muito, muito fundo. Jamais vou esquecer a alegria com que ela chamou as enfermeiras p q viessem ter comigo, muito menos o seu júbilo em ver o quanto eu estava bem (não foi um sentimento egocêntrico do tipo “eu sou phoda”, não, foi a consciência do trabalho feito com excelência e saber, o trabalho daqueles que são).
Foi um abraço emocionado, forte, incontido mesmo, abraço dado com a alma.
Vieram todas, enfermeiras, auxiliares, minha “dotorinha” (Sra Dra Patrícia, que fez minha primeira anamnese, na primeira cirurgia) e até as doentes ainda internadas, ver que alegria inesperada era aquela que tomava conta daquele corredor que sempre traz tristeza e dor.
Na medida do possível, fizemos uma festa de Natal, de nascer, de renascer.
Pude agradecer a todas e com elas viver a (minha) nossa vitória!
 
No meio dessa confrarternização, eu comentei com a Enfermeira Sara que gostaria de falar às pessoas da minha estória, que era até covardia eu guardar só p mim, a forma como enfrentei a doença, o tratamento, a solidão, enfim, gostava de somar com quem estava agora a passar pelo mesmo, as minhas experiências.
Nem precisei sair do corredor. Ali mesmo há uma sala onde ficamos antes da cirurgia, é uma espécie de recepção, onde ficamos a saber o que vai ser a nossa “estadia” pré e pós operatória, horário de refeições, enfim, nossa vida a partir do momento em que somos doentes de câncer, naquela instituição.
Quando passei por aquela porta não tive dúvidas, começava ali mais uma fase da minha recuperação. Entrei e abri o coração para aquelas mulheres assustadas, tristes e solitárias como eu já estivera.
Na verdade falei mais, muito mais comigo do que com elas, disse a elas q eu já tinha estado naquele lugar e o q tinha aprendido. Disse a elas q não era obrigatório sofrer e muito menos morrer! Falei do meu orgulho em estar careca e do qto eu e meus amigos nos afeiçoamos a ela (minha careca)....risos...contei que não senti nada, nadinha do que vem nos intoleráveis compêndios da quimioterapia básica, como me preparei para não sentir e como combinei comigo mesma q ia vencer.
Conversei com aqueles corações durante uns quarenta minutos! Quando olhei para trás, vi as minha meninas, as enfermeiras, atrás de mim, todas em silêncio, olhos molhados, mas firmes. Nesse momento tive muito orgulho em perceber que Deus só dá a quem ele sabe que pode segurar.
Tá na mão, pai do céu!
WAndrade - 13/12/2009
 
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publicado às 18:52

Lembrando de umas coisas

por WAndrade, em 29.11.09

 

Bom domingo, infernland!
 
Não sei porque (claro que sei...) hoje lembrei de um acontecimento de muitos anos.
Eu vivia perto do Colégio Militar (RJ), numa época em que crimes violentos eram muito, mas muito raros, e, qdo aconteciam viravam notícia séria, não essa coisa corriqueira de 5ª para vender jornal de 10ª. Esses crimes eram, sim, investigados, os criminosos presos e julgados, enfim, coisa mesmo séria.
Portanto, no colégio aconteceu, não lembro mais como e nem porque um desses crimes, um colega matou o outro com uma facada, numa briga, imaginem, por uma vaga num torneio de qq merda q ia acontecer.
Enfim, no dia do sepultamento, aquela cena de tristeza e pasmo total, um jornalista q fazia a cobertura do fato fez uma pergunta à mãe do morto: “ como a senhora se sente de seu filho ter sido morto por um colega, dentro do Colégio, onde a segurança deveria ser total?”
A resposta da mãe q perdeu o filho, foi mais ou menos esta: “ Eu? Eu sinto muita pena da mãe do assassino do meu filho. Nessa infelicidade toda eu prefiro ser a mãe do que morreu”.
  
Nunca mais esqueci isso.
 
É, deve ser terrível acordar todos os dias e saber que foi o motivo da infelicidade de outra pessoa. 
Para quem tem, pelo menos 250 gramas de caráter e dignidade.
Para os ocos de alma, isso sai na urina.
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publicado às 12:52

o passar do tempo

por WAndrade, em 26.11.09

 

Deixou que o tempo passasse e foi o mais acertado.

Parou, olhou e começou a reparar em volta com menos ansiedade.

Não se surpreendeu com o que viu, na verdade, até porque, sabia fato, não se muda uma essência. Uma vez destorcida e mal formada, assim sempre será. Maneiras (mal) estudadas, egos (pobres) inflados a custos duvidosos, litros e litros do melhor verniz,  não conseguem camuflar, ao menos, o que se tem dentro, quando isso é nascido restolho.  

Não, não se surpreendeu, ao contrário, divertia-se e muito com as naturezas impecáveis.

O que é patético, justamente pelo raso caráter que possui, enreda-se no seu próprio desvairio, vende uma imagem de respeito e dignidade, mas quando confrontado ou, ainda, quando há a real necessidade de usar o produto que vende, o que vem à tona é o que realmente é, um embuste, e aí, desanda gloriosamente. Precisando ser alvo de algum louvor,  não percebe o triste papel que faz, sendo a piada e o menear de cabeça de todos (por trás, é claro).

Seria de rir, não fosse de pasmar.

Sempre pensara que ouvir uma mentira tinha um gosto especial, porque uma mentira nunca vem sozinha, precisa de turma para dar o aval e quando a turma se junta, aí é o gozo supremo, dá gosto esperar! Porque “uma coisa que era, deixa de ser ou não era bem assim”, não dá para lembrar mentiras de turma, claro, então o rolo se forma, a bagunça mental mais se instala e quem ouve dá-se apenas ao trabalho de deitar para rir.

Uma frase muito interessante que um dia ouvira e que agora visitava-lhe muito o pensamento era: “Trate as pessoas como elas querem ser tratadas, você vai se divertir muito”. Fazia sentido, quando percebia o quanto os frágeis emocionais se adonam de personalidade, recreava-se a dar -lhes o gás necessário para inflar seus egos desapetrechados de conteúdo. Ou seja, concordava, dizia que estavam certos (afinal, eles acreditam fielmente que sempre estão certos), sim, sim, e ir fazer outra coisa melhor e mais útil.

 

Então deu-se tempo, parou, olhou e aprendeu que tinha que dar às pessoas exatamente aquilo que elas queriam.

Desceu, enfim, dos seus divagares e lembrou de um dizer antigo: “o tempo vira, a lua mingua, o vento muda!

Achou que convinha sempre pensar nisso.

WAndrade - 26/11/2009

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publicado às 20:18


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