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Pesquisa e Arquivos [2] Aquilo sabia a não sabia o que, mas doce não era. Era de leve açoite, mas diário como a noite. Perverso lobo que espreitava, matreiro, as horas desertas em que madrugava exangue pela tela. Tinha quedado, escusado negar. Nascido falido, o enredo parco mais e mais impunha-se desajuntar. E isto feito, quem sabe, deitava ao lume de uma estrela pequenina que no só colou a rima, que sabia a esperar. WAndrade – 18/02/2013
A que, não sabia...
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