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Bote?

por WAndrade, em 04.06.17

Bom dia, meus bons!

Gente, eu vou contar só um resumo porque teve mesmo muita piada e muita risada... (depois que o sangue esfriou, claro).
Portanto... sábado lindo, sol, então...estava eu a andar de bike e fiz um caminho novo, cheio de árvores, cheirinho a eucalipto, enfim, tudo na paz, melhor passeio. Nisso, vem um carro... eu, super ligada no passeio, assustei-me e  travei e parei ... nada sério, magoei um bocadinho a perna, parei a ver se havia estrago maior, não havia, voltei à bike e à estrada.
Não dei nem duas pedaladas e a vi...
Uma cobra, cinzenta, seguramente uns 2m, pulou na minha direção e... errou o bote! Claro...hehehe!!!
Ela perdeu o timing com a minha paradinha a conferir a perna... e também não sabia da potência do meu agudo.
Amigos, eu dei um grito (um?) tão alto e tamanho que só vi a cobra a correr para trás (alguém aí já não viu isso?) Pois eu vi.
Não se sabia quem estava mais encagaçada, ela ou eu.
Dei toda a força aos pés e pernas, mas sem dúvidas que, com o estardalhaço que eu fiz, a pobre deve estar a correr até agora...
Para tranquilizar, estou em casa, super bem, a rir muito do susto da cobra e, claro, a agradecer àquele delicioso senhor que jogou-me para fora da estrada.

Deus sabe sempre o que faz, né, não?
Pai do Céu, que aventura, hein?
Wania Andrade

WAndrade - 03/06/2017

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publicado às 12:24

Melhorio

por WAndrade, em 15.10.16

Então…

Olha, eu faço grosserias às pessoas mesmo, junto-me ao piorio para mal dizer e prejudicar os outros (claro que sem o meu nome aparecer, só o deles).

Ah, eu também gosto de impor o meu parecer aos gritos e ofensas, e aproveito-me do mais fraco para sobressair, sabe?

Inclusive sou de humilhar (os mais fracos, como é óbvio), aos que detêm poder e importância, dou graxa, choro, adulo imenso e desfio meus males intempéries e com ares hollywoodianos de fazer verter lágrimas a um poste.

Hum…também me apraz espezinhar, mandar bocas (embora eu sempre afirme que sou de cara a cara, e de olho no olho…); levantar-me aos solavancos (afinal sou pessoa de peso…) e sair dos lugares a bater portas é a minha especialidade (ai, sim, devo tê-la trazido do meu recém-extinto matrimónio). Falo com as outras pessoas quando e se entender, ora! De preferência com quem me vá acre$$$centar algo… se é que me faço entender…

Em questões de trabalho, que ora não tenho inclusive, é de grande estranhar, visto que melhor profissional do que eu a ver vamos se conseguem…isso quero eu ver! A ver vamos se conseguem!

Bem, os meus, pouco ou nada dirigem-se a mim (apesar do tanto que eu lhes provi e ensinei) todos sem razão, como é evidente…mas deixem lá, afinal eles é que perdem o ser afectuoso e sincero que eu sou.

No mais, gosto de mandar, aos gritos, sempre aos gritos, desvalorizo toda e qualquer opinião que não seja a minha, como é óbvio, e até àqueles que me “servem” a mim, sem o saber, mostro onde é o seu devido lugar… detesto misturas…

Mas é assim a vida, os melhores, como eu, são sempre os que sofrem, os que pagam...digo eu...

                                                                                                                                                                                                               WAndrade – 15/10/2016

“Além de você, ninguém é responsável pelo seu fracasso. Nem Deus, tá?”

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publicado às 16:25

Muda

por WAndrade, em 29.04.15

Olá, amigos do Inferno!

Mudança de layout para ficar mais levezinho.

Espero que gostem e que continuem a visitar.

Um forte abraço,

Wania Andrade

WAndrade - 29/04/2015

Podem continuar a procurar pelas tags e pelos nomes dos textos. Obrigada.

Bem-Hajam!

 

 

 

Então...pediu à coleguinha para vir ao blog, foi???? Fez queixa???

Pois é, eu soube e confesso que rimos muito. A diferença é que eu sou, digo e faço,

pela minha cabeça e vontade, não sou marionete de ninguém.

Isso ninguém contou, não é mesmo?

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publicado às 13:21

Tintas

por WAndrade, em 27.04.15

Olá, amigos do Inferno! Terminado o estágio, hora de arrumações.

Dentro e fora do peito. Muito papel no lixo, fotos, roupas

(essas doadas), muita coisa antiga, que só trazia lembranças dolorosas de falsidades.

Mas, numa dessas oportunidades, encontrei esta letra que fiz em 1998. Tornou-se uma valsa muito bonita que, prometo, ainda hei de mostrar aqui.

Por ora, ficam os versos... as tintas.

 

Hoje, quando faço versos,

choro tinta no papel,

nem de longe o menestrel,

nem se assanha o instrumento.

Hoje, quando faço versos,

sou despejo de má água

e nas linhas só deságua

uma forma rascunhada de emoção.

Hoje, quando faço versos,

são meus olhos de um vazio...

nem calor, nem calafrio,

bordo e risco arremedos de ilusão.

Hoje, quando faço versos,

é a emenda de um soneto do amor demais,

faço prosa a minha troça por amar demais,

cansei!

WAndrade - 14/03/1998

É uma valsa.

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publicado às 18:16

hie sentiat

por WAndrade, em 16.04.15

hie sentiat.jpg

 Hoje? Tem muito ontem que se lhe diga...sorrisos!

WAndrade

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publicado às 19:12

Domingo de Páscoa.

por WAndrade, em 05.04.15

Amigos do Infeerrno, a ementa do dia da Páscoa: Salmon Malandro.

E não? Quem nã tem bumbum nã faz trato com seringa, já dizia

Wania Andrade, mas isso é uma outra estória, de rir também,

mas, quem sabe, para outro momento.

No mais, um verde fresco, bem fresquinho e a certeza de que

o que hoje faço por alguém, amanhã será feito por mim. Quem bom!

Boa Páscoa a todos!

salmonwan.png

wanpascoa8.jpg

wanpascoa11.jpg

 WAndrade - 05/04/2015

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publicado às 15:38

Tiê

por WAndrade, em 01.03.15

liberdade.jpg

 

WAndrade-01/03/2015

Ca c'était quoi?

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publicado às 15:42

Quatorze

por WAndrade, em 21.02.15

Bom dia, Infernoland, sábado de sol, que bom!

Tem jeito melhor de comemorar os 14.000 amigos do inferno do que...

"sambando"?

Agradeço a todos, um abraço,

Wania Andrade

 

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publicado às 13:09

Regalo

por WAndrade, em 06.02.15

Juntava folhas, conchinhas, riachos, pauzinhos, madrugadas,

neves, bocados, silêncios e armadilhas.

Andava a coser uma manta, ornada com as pedrinhas

que também juntava.

Uma prenda, é…quando pronta estivesse, entregava.

Havia de cobrir-lhe os encanhos, que é de frente que se curam

os lanhos… os do peito, os da alma, os tamanhos, e também para

que soubesse, bem sabido, como foi ter juntado aquilo.

Depois, bem depois, sândalo, lavanda e carinho.

 

Se fosse o caso.

WAndrade – 14/01/2015

Só se fosse o caso…

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publicado às 12:03

É o tom

por WAndrade, em 25.01.15

O que leva e traz… leva e traz, invariavelmente.

O vento que lá ventou, aqui é conforme.

Sopra suas alcovitices, infla os balões da mexeriquice e traz

ais e uis de risadas, deboches, ironias e um qualquer anúncio,

à risota, sobre caras, vincos e assins.

Assim, para descanso da alma e branquejar do avalio próprio,

quer dizer, do carácter, é imperioso entender que não se leva

para a vida aquilo que vem amasiado com os copos.

De sempre em sempre, sempre tantos, faz-se papel de tolo,

lá, aqui, onde quer que cante ou conte o vento.

 

Ou o que leva e traz.

WAndrade – 25/01/2015

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publicado às 11:10


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