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Tudo

por WAndrade, em 14.07.17

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E sempre na mesma moeda!

Sobre poema de Carol Caio

 

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publicado às 11:11

Um de abril...

por WAndrade, em 01.04.15

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WAndrade - 01-04-2015

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publicado às 08:45

Desfalque

por WAndrade, em 29.08.14

Olha que não há mais tempo para lamúrias, porto seguro não atrai bom

barco, (nem bom vento…) pega na vida e traz. Porta e coração abertos.

E mais, quando a flor se abrir, que é da flor se abrir, e vier à tona, átona ou não, como se lhe manda o viço, se hão-de ver as cores, todas e inteiras, claras e previstas, sob o céu que for.

E se nada ficará desvisto, convém que haja abrigo, de tecto cheinho de estrelas, lilases e capazes de enfeitos e bom norte.

Que este será o único a abraçar inteiro o descansar, que este foi sempre o único que anunciou bom despertar.

WAndrade – 29/08/2014

ATENÇÃO, MEU AMOR!

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publicado às 19:55

"Pitadas de Inferno" - Especial...

por WAndrade, em 20.07.14

Dia do amigo!

 

 

WAndrade - 20/07/2014

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publicado às 14:39

Ávida

por WAndrade, em 03.06.14

Tão certo quanto este dia chuvoso que anoiteceu com estrelas, olha só!

Tão certo quanto o tempo, invariavelmente, traz consolo.

Tão certo quanto “nada como uma noite mal dormida”,

o mundo dá voltas...

Praga? Maledicência? Não, apenas a vida a falar por si mesma.

Tão certo.

WAndrade – 24/04/2014

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publicado às 13:52

Quem diria!

por WAndrade, em 07.04.14

Óh!!!

Nada melhor do que uma grande decepção para começar bem a semana!

E para perceber que eu morro e não vejo tudo.

E também para confirmar o quanto me orgulho, cada vez mais,

daquilo o que vejo no meu espelho.

E ainda para entender que pessoas são armas, poderosas mas previsíveis…

e que sempre, mas sempre há que ter todo o cuidado.

E mais, para ter a certeza (aquela de sempre)

de que tempo vira, lua mingua, vento muda. Atenção!

 

E, finalmente, para largar isso aqui porque tenho muito o que estudar.

(Tenho frequência na quarta-feira).

WAndrade – 07/04/2014

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publicado às 14:48

Indubitável

por WAndrade, em 10.08.13

Queria escrever algo que fosse definitivo, reto e que não deixasse dúvidas,

porque nem tudo o que parece é ou parece ser.

Às vezes é preciso fintar a realidade para chamar a atenção daquilo

que é sonho, é preciso não dizer para ser compreendido,

é preciso enganar para ser observado.

E porque nem sempre se pode e nem sempre se perde, há que ir levando

em jeito de aceitação aquilo que o coração abafou mas não conseguiu calar.

Fui clara?

WAndrade – 10/08/2013

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publicado às 17:35

Atente!

por WAndrade, em 22.03.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quarta-feira, 31/12/2014 - último dia do ano, 21:17

Não sinto a menor vontade de rir da sua vida de agora.

Sabe porquê? Porque quando eu avisei você riu na minha cara, debochou,

enfiou a mão nos bolsos e riu, dizendo que isso é que era o divertido, a aventura.

Tenho a certeza de que agora esta não é mais a sua opinião, até porque agora você nem tem opinião. Nem vida.

Não, não sinto o menor regozijo ao ouvir o que os (seus) amigos falam de você, ou melhor, não falam,

apenas deixam “escapar” quando se “reencontram” comigo.

É engraçado, tenho tido tantos encontros casuais…retornos.

Mas não, não rio nem confio, nem aposto em coincidências da vida, apenas vou deixando que as coisas

aconteçam e, daqui, insistindo em te dizer que a minha porta está aberta.

É, aquela que você bateu com força quando EU saí. Aquela que você trancou, jurando advérbios de intensidade (barata).

O seu orgulho pode ser grande, mas eu sei que a sua dor é bem maior. Como eu sei?

As mesas de congratulações que você frequenta têm olhos e, pasme, bocas, muitas bocas.

Ma s não se acanhe nem continue nesse destempero que é a sua infeliz (desculpe) existência de agora.

Estou aqui, você não precisa dizer nada, eu sei. É só chegar e descansar.

Depois…vê-se.

Wania Andrade

 

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publicado às 11:37

Transparências

por WAndrade, em 05.03.13

Conhecia-lhe bem aquele alhear-se do mundo

e como abismava o em volta, num mergulho profundo no vítreo encantado e luzidio.

Sabia quando tentava apaziguar a balbúrdia do seu lá de dentro,

encopando-se em imensos silêncios concentrados.

Abstraía-se num seu secreto como uma fera ferida por si mesma. 

Conhecia-lhe bem o olhar desinquieto, passarinho de asa partida

que ainda que as tivesse sãs, não saberia para onde voar.

Traduzia-lhe os olhos desabitados, nus como o vento,

nus como agora.    

WAndrade – 03/03/2013

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publicado às 09:58


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