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Estratégia

por WAndrade, em 14.05.15

preto velho.jpg

 Amigos do Infeerrno!

Dia dos pretos velhos, "devagar, devagarinho" e...sempre!

Já falei aqui, em alguns dos meus textos, que Força tem quem acredita nela e Sorte também!

Toda superação requer força interior, mas um tantinho de sorte não faz mal a ninguém.

Só que tudo isso sem Fé não adianta de nada, nadinha. Fé é raça, é objetivo, é amor.

Fé é querer bem, por causa e apesar, seja como for. É mirar o caminho,

ainda que não se veja a estrada.

Bênçãos e paz a todos nós e obrigada pelos mais de 15.000 amigos

deste blog.

 

Um abraço demorado,

Wania Andrade

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publicado às 12:39

Paulo

por WAndrade, em 13.05.15

Quando a lágrima brilhou no olho miúdo, toda a mágoa se desfez em vontade de abraço.

Em pegar na mãozinha e chamar de meu bem, bem apertado.

Aquela tristeza toda não lhe gabava o gosto, brotava era afeto

e confeitos de acalantos. Mimos para uma alma em queda…talvez.

Era agora livre para decidir, escolher e caminhar.

As pedras afinal servem para que?

 

Apenas deixou a porta aberta.

E mais não fez.

 

WAndrade – 13/05/2015

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publicado às 12:32

Caríssimo

por WAndrade, em 13.05.15

Aprecie! O baile sempre segue, sempre.

Vezes morno, vezes arretado, noutras chumbado, sempre segue.

Sendo o baile do vizinho, que não nos incomode, que siga!

Mas…quando o baile é nosso, ah, camarada, aí a coisa muda de figura, não é mesmo?

O queremos animado, musical e fervente, anunciado e declarado,

até inesquecível.

E se assim não for, cala no peito um tumtumtum de lamúria quieta e só, somente nossa.

É, o baile do outro que se dane, se não nos é de serventia.

Mas o nosso, dói quando começam descompassos e desafinos, hein?

Dói?

WAndrade – 13/05/2015

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publicado às 12:19

Encanto

por WAndrade, em 12.05.15

Agora não. Já não preciso d’alguma alma que te impure o solo.

Não, já não quero balbúrdias que nos impeçam o sono apaziguado.

Nem carrancas ou fragrâncias insolentes que te

chamusquem a boniteza.

És minha e somente minha, feita de mim a todo o meu custo,

a toda a dor que ora já não pratico.

Desdoí dentro de ti para me entregar aos teus cantos ora rubros,

ora silentes, sempre meus, sempre meus.

Em ti toda a minha dolência de aprender a ser só, contigo e bem assim.

Hora de encantar-te, porto meu, de alfazemas e manjericão.

Mergulhar, em paz, nesse cantinho de sol que dás-me pela janela.

Pela tua janela.

WAndrade – 12/05/2015

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publicado às 14:06

Ciência

por WAndrade, em 11.05.15

o pato.jpg

 

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publicado às 11:53

Peroba*

por WAndrade, em 06.05.15

trouxa.jpg

 mas nem "lampejo" de caráter na vida real.

*óleo para "lustrar" madeira...

 

 

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publicado às 14:34


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""Umas estórias de amor" - Wania Andrade


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