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Nobreza

por WAndrade, em 28.04.13

Minhas luas cheia são como um regalo,

o abraço do amor tão esperado, são assim…

derramam, suaves, traços de prata na cama, no quarto, na casa, em mim.

Às minhas meninas inteiras de luz, respeito, muito respeito,

não se armem falcatruas encarnadas de encantadores escusos, pois

minhas luas cheias são de enamorar e não de engendrar.

Não se enredam nos cadilhos torpes dos ocultos medíocres,

não se vendem a trocos miúdos, atenção!

Minhas luas cheias são nobres, têm brio,

não permutam bugigangas com um réles vendilhão.

WAndrade – 26/04/2013

 

 

 

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publicado às 09:28

Salvaguarde-se

por WAndrade, em 25.04.13

Ah, não…não digas nem penses o que, fatalmente,

te queimará a língua inexata e a alma malsã de hoje.

“Não quero… nunca mais… nem que fosse o último ser humano sobre a terra…Deus me livre!”

Afasta do pensamento, agora amargo, tais impropérios

que só machucam a quem os proferem.

Quando esta manhã espalhar em ti de novo o viço deste sol

que desdenhaste; amanhã, quando teu coração arrebatado outra vez,

aquietar-se, aos poucos, do momento do amor

e renasceres brilho à luz do olho que te guardou à espera,

lembrarás, em aflição, do não desaforado que prometeste e aí saberás, em um afago, não é o que não querias, é o que tinha de ser.

WAndrade – 21/04/2013

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publicado às 23:08

Cinco mil

por WAndrade, em 24.04.13

 

Só tenho a agrdecer aos amigos que visitam, comentam,

mandam emails e vivem comigo este "inferno"

nosso de todos os dias...ainda bem! Obrigada a todos! Com carinho,

Wania Andrade

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publicado às 10:23

Falácia

por WAndrade, em 23.04.13

Vistoso sorriso que maquilha a face ensombrada e gasta

e disfarça a tez ora bisonha, onde olhos de nada soslaiam  

a trilha vaga que tornou-se viver.

Perante a desfaçatez do destino, ousado em artimanhas,

salva a mágica poção de inventar alegrias, porções de formidáveis fantasias.

Mas é escusado, desanda, cada vez mais disforme, o arremedo de par.

Criam-se, então, balbúrdias insolentes, buscando fintar, premente,

o vão que já vai largo demais, fundo demais, pouco demais.

WAndrade – 07/04/2013

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publicado às 11:43

Como se fosse fácil...

por WAndrade, em 21.04.13
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publicado às 15:53

Baú das esquecências

por WAndrade, em 21.04.13

Ao contrário do que transparece, o silêncio prudente e o descaso compelido

enfatizam o que já passa das bordas do esconderijo imposto e malgrado.

Fazer de conta é para quem aguenta o abalo, ainda que de dentes serrados.

Guardar a vontade no baú das esquecências

é para quem sabe de cor e salteado o soletrar do nunca mais

e nunca mais só faz sentido quando não é forjado no orgulho

mas sim construído de certezas.

WAndrade – 15/04/2013

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publicado às 00:48

Orgulho

por WAndrade, em 18.04.13

Há que não ter o receio do malgrado (assim sempre foi e sempre será) mas ter a certeza de que há caminhos...basta um olhar, um olhar ...para um outro lado.                                                                          WAndrade 18/04/2013

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publicado às 11:48

Em paz

por WAndrade, em 15.04.13

 

Saber que aquilo que ronda o dia-a-dia é espuma rala,

só resvala, mas vá lá…

Viver noites repletas de insignificantes texturas,

onde a teimosia agora débil tateia indefesa e

num "dá para o gasto" desconfortável,

que o orgulho agora roto aceita cabisbaixo.

Tragar as soluções dos magos na finta

de envergar o que ansiou sucesso e, assim,

esparramar na cama áurea a imensidão… dos solitários.

Ah sim, é paz!

WAndrade – 15/04/2013

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publicado às 23:21

"Umas estórias de amor"

por WAndrade, em 15.04.13

Aos amigos e frequentadores do meu "Inferno", aí está o meu primeiro livro  - Umas estórias de amor. Obrigada a todos que vêm aqui, apoiam, gostam daquilo que escrevo e que fizeram com que este livro acontecesse.

Um grande beijo,

Wania Andrade

P.S.: Quem quiser adquirir o livro, fale comigo - ver como na coluna da direita em Wania Andrade Livro.

 


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publicado às 13:08

13 da abril - dia do beijo

por WAndrade, em 14.04.13

Enclausura num silêncio vigiado o vazio que encharca o peito

e acovarda as palavras, encravando-as na garganta inundada.

Farsa, com abastância de alegrias inconfidentes,

a bem-aventurança dos contentes, cegando-se para o que lhe cerca.

Confunde, com postiços júbilos, quem vê claro o descaído.

Paga pelo mimo iscariótico e verte mais uma dúvida,

sufocando, assim, o alarido que desnorteia o sono.

WAndrade – 13/04/2013

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publicado às 00:10

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